Paraguaio Cáceres será titular no Ba-Vi: só falta saber a posição
Paraguaio já atuou como titular no último clássico e no domingo passado, em Juazeiro, pela semifinal do Campeonato Baiano
Pela gargalhada com o amigo Maxi, dá pra
perceber como o paraguaio Cáceres anda feliz na Toca do Leão. Um sorriso
que passou a aparecer com frequência há algumas semanas, quando o
paraguaio apresentou sua identidade polivalente de forma mais efetiva.
No
último Ba-Vi, vencido pelo rubro-negro por 2x1, atuou na ausência de
Luís Alberto. Domingo passado em Juazeiro, jogou com a camisa 10 de
Cajá, vetado na ocasião. E amanhã, no primeiro clássico decisivo da
final, Cáceres será titular mais uma vez.
Ele
só não sabe onde: se no lugar de Luís Alberto ou como lateral-direito
caso Nino Paraíba não jogue. “Me sinto muito confortável agora que venho
jogando. Não vinha jogando e agora estou tendo oportunidade e ainda
mais nessa partida importante. É uma final”, frisa.
Com
o técnico Caio Júnior, a moral está elevada. “Ele provou que pode jogar
de segundo ou terceiro homem de meio de campo. É versátil. Até de
lateral ele tem todas as condições. É um jogador de cultura tática. Os
jogadores uruguaios e paraguaios têm uma cultura diferente. Na Fonte
Nova o campo também favorece ele, que é muito técnico”, elogia Caio.
Se
favorece ou não, foi na Fonte Nova onde Cáceres fez a melhor de suas
cinco partidas com a camisa do Vitória, no clássico do dia 28 de abril.
“No Paraguai, já joguei muitos clássicos pelo Cerro Porteño enfrentando o
Olímpia. Agora estou jogando um clássico no Brasil, na Bahia. É muito
importante pra mim. A diferença é que aqui tem um campo muito bom, o
estádio é muito bonito, a torcida é maior. Aqui tem mais gente no
estádio do que no Paraguai”, compara.
Já
sobre o lado versátil, ele garante que a característica sempre
acompanhou sua carreira. “No Paraguai, jogava pelo meio-campo, mais de
segundo volante e também de meia”, revela o volante e meia de 25 anos,
que iniciou a carreira no Sport Colombia e depois jogou no Certo
Porteño e Libertad, todos do Paraguai.
Apesar
da diferença de características, Cáceres garante que não tem sido
difícil se adaptar ao estilo do futebol brasileiro. “Gosto do estilo
daqui, que tem muitos jogadores rápidos e as equipes jogam mais no
ataque. No Paraguai, o jogo é mais travado”.
FAZ
TEMPO Com menos de quatro meses em Salvador, Cáceres mostra
conhecimento da importância que tem o título estadual para a torcida
rubro-negra. “Já comentaram comigo que o Vitória já faz tempo que não
ganha esse título (última vez em 2010) e está precisando ganhar para o
bem do clube e para o nosso bem. É um título pra pegar confiança e
entrar no Brasileirão que temos pela frente”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário